Empresas paraenses recebem selo Empresa Cidadã do Governo do Estado
- 17 de dez. de 2020
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A Desenvolve foi notícia no Jornal O Liberal, em matéria que trata do recebimento do selo Empresa Cidadã, criado pelo Governo do Pará . Vejam a matéria na integra abaixo ou acessando o link: https://www.oliberal.com/economia/empresas-paraenses-recebem-selo-empresa-cidada-do-governo-do-estado-1.337255

Empresas paraenses recebem selo Empresa Cidadã do Governo do Estado
Dentre as seis que obtiveram o reconhecimento está a startup govtech Desenvolve, única incubada na UFPA
Seis empresas receberam, nessa quarta-feira, 16, o selo Empresa Cidadã, entregue pela Secretaria de Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), dentro do programa Primeiro Ofício, que incentiva a abertura de vagas de trabalho na modalidade Jovem Aprendiz, para pessoas entre 14 e 24 anos.
Entre as homenageadas está a startup Desenvolve, que faz parte do Programa de Incubação de Empresas de Bases Tecnológicas (PIEBT) da Agência de Inovação Universitec, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Receberam o selo também KW do Brasil, Clínica Queiroz, Industria de Alumínio LTDA, Biomédica e Gama Lopes.
Para o fundador da govtech Desenvolve, Jó Sales, o selo é uma honraria que demonstra a preocupação da empresa com a responsabilidade social, especialmente num ano marcado por tantas dificuldades para as empresas.
“Para nós, da Desenvolve, é motivo de muita honra e felicidade recebermos o selo Empresa Cidadã, do Estado do Pará. Em primeiro lugar, por que estamos gerando oportunidade a jovens de ingressar no primeiro emprego formal, a realizar o sonho de construir uma vida profissional em uma área tão promissora como a de desenvolvimento de sistemas web. Em segundo, por poder contribuir de forma objetiva com a redução das desigualdades sociais, inclusão digital e possibilitar o acesso da juventude as mais modernas tecnologias e práticas de desenvolvimento de software do mercado, estimulando a criatividade e a inovação para o desenvolvimento do nosso Estado”, disse Jó Sales.

Jó Sales, da Desenvolve, recebe honraria (Divulgação)
O selo marca o compromisso dessas empresas com a inserção de jovens no mercado de trabalho, mesmo durante o período em que muitas vagas foram fechadas, por conta da pandemia do novo coronavírus.
“Nós agradecemos às empresas que já aderiram ao programa, que mesmo em meio à pandemia e a um cenário tão difícil, têm contribuído. Temos retomado o contato com as empresas e por isso volto a reforçar ao empresariado a importância em conversar e atentar a este convite, é dessa forma que colheremos bons frutos”, afirmou Inocêncio Gasparim, titular da Seaster.
Ele completa informando que, além de promover a inclusão social e contribuir com o combate à violência, a iniciativa também impede que esses jovens fiquem expostos à influência do crime organizado. “E não há custos extras aos empregadores, já que legislação federal já determina que um quantitativo de vagas seja voltado a jovens aprendizes em empresas com mais de sete funcionários.”
Já o secretário-adjunto de Trabalho, Emprego e Renda, Miriquinho Batista, informou que aproximadamente 1.100 jovens já foram inseridos no mercado de trabalho graças ao programa “Primeiro Ofício”.
“A nossa missão é voltar o nosso olhar aos mais vulneráveis, aqueles que não têm oportunidades. Por isso a profissionalização deste público é tão importante. Após um ano do lançamento do programa, mais de mil jovens já foram inseridos no mercado de trabalho. Isso é fruto das boas escolhas do governo do Estado em apostar em políticas públicas para a nossa juventude e também fruto da parceria com as empresas que têm acreditado neste propósito”, disse Miriquinho Batista.
O Primeiro Ofício atende, prioritariamente:
- Jovens em situação de vulnerabilidade social, inscritos no cadastro único em especial;
- Moradores de regiões e bairros que apresentem maiores índices de vulnerabilidade;
- Jovens em cumprimento de medidas socioeducativas, egressos das instituições de privação de liberdade;
- Pessoas com deficiência;
- Jovens matriculados regularmente na rede pública de ensino fundamental, médio ou superior, participantes de programas de bolsas de estudo financiadas por recursos públicos vinculados à rede privada de ensino;
- Jovens que concluíram o ensino médio e que não estejam cursando os níveis superiores e os que concluíram o ensino superior e que ainda estejam em idade de participar do programa na condição trainee.




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