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Govtech Desenvolve promove campanha de doação de sangue em Belém do Pará






A solidariedade entrou em campo no mês de junho por conta da campanha de doação de sangue. A govtech Desenvolve promoveu uma série de ações internas para incentivar a doação voluntária de sangue entre os colaboradores. No último dia 20, a empresa recebeu a visita da assistente social da Fundação HEMOPA, Lorene Reis. A profissional abordou a importância deste ato voluntário de amor e solidariedade.  “O HEMOPA desenvolve todos os anos campanhas de sensibilização. A gente faz parceria com instituições para que a gente consiga envolver um público maior para que eles venham se tornar doadores de sangue ou continuar sendo doadores de sangue”.

 

A Gerente de Recursos Humanos, Thalita Kapazume, explica a importância da campanha.

“Ficamos muito felizes em proporcionar aos colaboradores este momento de sensibilização porque este gesto de solidariedade traz benefícios tanto para os colaboradores quanto para a sociedade, pois muitas pessoas precisam da doação”.  

Para finalizar a campanha, os colaboradores foram convidados a fazer a doação neste mês de julho, onde a demanda por causa das férias é maior. Na oportunidade, a analista de comunicação Erlane Santos foi uma das participantes da palestra de sensibilização e está motivada a fazer doação em breve. “Fiquei muito sensibilizada com a palestra e decidi fazer minha parte. Estou muito feliz em poder contribuir com esta corrente de solidariedade em prol de pessoas que necessitam. De fato, quero que esta seja uma rotina e que possa virar um hábito em minha vida”.  

 

Doadores especiais fenotipados


O Analista de Customer Success, Diego Lyra, também é doador de sangue desde 2010. No entanto, não é ele quem escolhe quando vai doar. Seu sangue é fenotipado e por isso, só doa quando é chamado pelo HEMOPA. Foi durante a faculdade que ele fez sua primeira doação de sangue. Na época, a motivação foi ajudar a irmã de um colega de curso. Depois disso, ele nunca mais parou de doar, principalmente após descobrir que seu sangue possuía características especiais compatíveis com pessoas que possuem doenças hematológicas e precisam fazer várias transfusões sanguíneas para sobreviver. Diego passou por um exame chamado fenotipagem que investiga outras características além dos tipos sanguíneos A, B, AB e O.

 

Quando detectada a compatibilidade com alguma pessoa que precisa de sangue com características específicas, os doadores são chamados de fenotipados e passam a doar apenas para estas pessoas já determinadas.  Por conta da compatibilidade específica, doadores fenotipados não podem doar sangue a qualquer momento. Eles devem esperar a demanda surgir e o HEMOPA entrar em contato. Quando isto ocorre, os doadores precisam se deslocar até a unidade e fazer a doação o mais rápido possível. Diego sabe da responsabilidade que carrega e por isso tem adiado um sonho.


“Eu sempre quis fazer tatuagem, mas não faço porque se fizer não poderei doar durante um tempo e neste período alguém compatível pode precisar do meu sangue”, declara o colaborador.

 

Doação de medula


O incentivo da mãe foi determinante para que Analista de Customer Success da Desenvolve, Amanda Farias, decidisse ser doadora de sangue e agora também é doadora de medula.


“Eu cresci vendo minha mãe doar e ouvindo ela falar da importância deste gesto de amor e solidariedade”. Amanda esperou ansiosa para alcançar a idade mínima para também ser doadora. Era um sonho.  “A primeira vez que doei significou muito para mim”.

 

Ao longo de todos estes anos, ela já perdeu as contas de quantas vidas ajudou a salvar, considerando que em cada doação até 4 pessoas podem receber a transfusão. No entanto, uma das ocasiões foi muito especial. A tia de Amanda foi beneficiária direta da sobrinha. “Pra mim foi muito gratificante saber que meu sangue de fato ajudou a minha tia. Quando a enfermeira do hospital, que era nossa amiga, nos contou, nós nos emocionamos muito”.

 

“É um ato simples, é um ato rápido e estando em boas condições de saúde, depende única e exclusivamente da nossa vontade. Assim como minha mãe me incentivou, eu sempre incentivo as pessoas a doarem sangue também”, declara Amanda. Atualmente, a analista também é doadora de medula óssea.

 

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